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A tecnologia PON de próxima geração, NG-PON2, vai aumentar a capacidade até pelo menos 40 Gbps downstream e até, pelo menos, 10 Gbps upstream. Múltiplos sistemas de XG-PON1 operam em diferentes pares de comprimentos de onda, em esquema DWDM, de modo a que eles possam ser “empilhados” na mesma fibra física.

Além de TWDM-PON, outras tecnologias propostas foram analisadas para suportar os requisitos de 40Gbps:

  • WDM-PON
  • Coherent ultra-dense WDM-PON (UDWDM PON)
  • Orthogonal Frequency Division Multiplexing (OFDM) PON
  • 40Gbps TDM PON

A abordagem TWDM-PON é considerada a menos arriscado, menos disruptiva e menos cara do que as outras abordagens consideradas, uma vez que reutiliza componentes e tecnologias existentes.

NG-PON2 permite aos operadores colocar as diferentes tecnologias – GPON, XG-PON1 e NGPON2 – na mesma rede de distribuição ótica. A coexistência é assegurada por um elemento passivo, o chamado elemento de coexistência (CE), que combina / divide os diversos comprimentos de onda associados com cada uma das tecnologias. Ao implementar NG-PON2, os principais desafios são a atribuição de espectro (a compatibilidade com os serviços de radiofrequência extremamente sensíveis é essencial) e a necessidade de ONTs sintonizáveis, que devam ser capazes de enviar e receber sinais em qualquer um dos comprimentos de onda específicos.

Uma das questões críticas a ser abordada pelo NG-PON2 é a necessidade de ONUs colorless que se esperam que sejam mais caros do que ONUs GPON. Lasers e recetores sintonizáveis serão utilizados para implementar a funcionalidade colorless. Várias abordagens para ONUs colorless estão sendo investigadas permitindo novas soluções de tecnologia a ser utilizada para melhorar o desempenho e reduzir o custo. A utilização de circuitos fotónicos integrados (PICs) nos ONUs deve ser tomada em consideração, a fim de otimizar os custos dos componentes óticos que irão permitir a massificação da tecnologia. Uma vez que as tecnologias atuais de sintonia dependem principalmente da variação de temperatura, o principal desafio é manter o consumo de energia na ONU baixo, respeitando desta forma os requisitos exigentes do acordo do Código de Conduta Europeu

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